
Sempre gostei das estradinhas ladeadas por grandes árvores, eucaliptos antigos, altos, sólidos.
Como que escondendo o mundo e criando a expectativa pelo que está mais à frente,
que mundo iremos descortinar depois da curva.
Essas estradas assim cercadas e
voltadas para si próprias,
estão sempre sombreadas, sempre frescas,
fazendo mais forte a diferença para o mundo lá de fora, aberto ao sol e ao calor.
Um comentário:
Oi, Emerson.
Sinto o mesmo que você ao deparar-me com uma estrada como essa. Chegou a parar e contemplar.
Belo blog, parabéns.
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