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Gosto dos rios do cerrado mais do que gosto dos rios amazônicos.
No cerrado, as águas ora correm e soam estrepitosas, ora deslizam e
murmurejam.
As águas não são claras ou limpas, são cristalinas.
Rios em que a gente vê as pedras no fundo e peixes passeando.
As matas das margens não sufocam e escondem.
São mais francas, mais abertas, tem sempre uma palmeira,
silhueta e forma pura,
se destacando e dizendo que estou em casa.
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