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Esse é o popular estróbilo. Pesa de 1 a 5 kg, com 2 kg na média. Cada um tem mais de cem pinhões. Pra "quebrá-lo", só com o auxílio de um machado. Ou os bicos das maritacas e gralhas.
Só dá nas árvores fêmeas, cujas flores foram fecundadas pelo pólen das flores das árvores masculinas, que nada dão.
Entre abril e junho não é recomendável ficar embaixo da copa de uma araucária fêmea. Nesse ponto, e na forma de coleta, e um pouco até na arrogância elegante e bonita com que se sobrepõem às outras árvores da floresta, ela se parece com a castanha-do-pará, ou, como é mais correto hoje em dia, castannha-do-brasil.
Um comentário:
Na serra catarinense, onde também há araucárias, a gente conhece o "estróbilo" (nunca tinha ouvido falar nessa palavra) como pinha.
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